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pooh
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
sábado, 22 de agosto de 2015
Atividade 4.1
Plano de aula utilizando texto multimodal
Pesquisa, execução, resultado e degustação: texto instrucional "Receitas".
Clique aqui para ver as fotos:
https://goo.gl/photos/opqRiAjfZz12UuoK8
Plano de aula utilizando texto multimodal
Pesquisa, execução, resultado e degustação: texto instrucional "Receitas".
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terça-feira, 11 de agosto de 2015
Dia do Estudante na EELAO
Atividades educativas e
recreativas realizadas com os alunos da EELAO referentes ao Dia do Estudante,
tais como: War, Banco Imobiliário, Dominó, Damas, Xadrez, Bingo, Futsal, Voleibol,
etc.
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quarta-feira, 5 de agosto de 2015
Atividade 5.3 - Eproinfo
Atividade 5.3: Publicando vídeo no Youtube (Projeto Integrado de Aprendizagem)
Nome:
Alice/ Luriko/ Vânia
Vídeo:
Rubem Alves – A Escola Ideal – o papel do professor
disponível
em: https://youtu.be/qjyNv42g2XU
Neste
vídeo, o autor Rubem Alves fala que o professor tem de ensinar o
aluno a pensar. O pensamento, sentimento e a curiosidade é o que
move o mundo e gera conhecimento. Provocar “espantos”!
As vantagens dos textos multimodais - Eproinfo
Nome: Alice/ Luriko/
Vânia
A importância da
linguagem multimodal no contexto da educação
As vantagens dos textos
multimodais
A linguagem multimodal
integra som, imagem, texto e animação, consequentemente apresenta
muitas vantagens ao contexto educativo podendo colaborar no processo
ensino aprendizagem desde que utilizado de forma adequada.
Esse tipo de linguagem
vem crescendo no contexto educacional por causa do grande
desenvolvimento tecnológico ocorrido nos últimos anos, com o
surgimento de novas mídias e novas tecnologias.
As linguagens
interativas aplicadas à educação deveriam permitir ampliar as
diferentes formas de abordar e entender assuntos para proporcionar a
aquisição de conhecimentos, competências e habilidades ampliando a
importância do professor como mediador.
Leitura e Interpretação de texto
- Leia
o texto: Os quatro ladrões
Diz que era uma vez quatro ladrões
muito sabidos e finos. Num domingo de manhã estavam deitados, gozando a sombra
de uma árvore, quando viram passar na estrada um homem levando um carneiro
grande e gordo. Palpitaram furtar o carneiro e comê-lo assado. Acertaram um
plano e se espalharam por dentro do mato.
O primeiro ladrão foi para o caminho,
encontrando o homem do carneiro e salvou-o:
— Louvado seja Nosso Senhor Jesus
Cristo!
— Para sempre seja louvado!
— O senhor, que mal pergunto, para
onde leva este cachorrinho?
— Que cachorrinho?
— Esse aí que está amarrado numa
corda! Bem bonitinho!
— Isso não é cachorro. É carneiro.
Repare direito.
— Estou reparando, mas é cachorro
inteiro. Vigie o focinho, as patas, o pelo. É cachorro e dos bons.
Separaram-se e o dono do carneiro
ficou olhando o animal meio desconfiado. Adiante saiu o segundo ladrão, deu as
horas, e foi logo entrando na conversa:
— Cachorro bonito! Esse dá para tatu
e cutia. Focinho fino, bom para farejar. Perna fina corredeira. É capaz de
correr veado. Onde comprou o bicho?
— O senhor repare que não é cachorro.
É um carneiro. Já outro cidadão ali atrás veio com essa palúxia para meu lado.
Bote os olhos direito no bicho.
— Homem, desde que nasci que conheço
cachorro e carneiro. Se esse aí não é o cachorro eu ando espritado. Deixar de
conhecer cachorro?
O homem seguiu sozinho, mas não
tirava os olhos do carneiro, quase convencido de que comprara o bicho errado. O
outro ladrão apareceu e fez a mesma conversa, misturando os dois animais, e
ficando espantado quando o dono dizia que era um carneiro. Discutiram um bom
pedaço e o terceiro ladrão espirrou para dentro do marmeleiro.
O quarto camarada veio e puxou
conversa, oferecendo preço para o cachorro que dizia ser bom caçador de preás.
Deu os sinais de cachorro de faro e todos encontravam no bicho que o homem ia
levando.
Assim que despediu, o dono do
carneiro, que ia comendo o animal com os olhos, parou, desatou o laço da corda
e soltou o carneiro, certo e mais que certo que o carneiro era cachorro.
Os quatro ladrões que vinham
acompanhando por dentro da capoeira agarraram o carneiro e fizeram dele um
almoço especial.
CASCUDO, Luís da C. Contos
tradicionais do Brasil. 13. ed., 6ª reimp. São Paulo: Global, 2009.
2. Analisando o texto
a) Os ladrões agem como na maioria dos furtos? Explique.
R:
b) Que argumentos cada ladrão usou para convencer o homem de que ele tinha
um cachorro?
1º ladrão:
2º ladrão:
3º ladrão:
4º ladrão:
c) Qual foi a consequência da estratégia usada pelos ladrões para conseguir
o carneiro?
d) O que você acha da estratégia usada pelos homens para conseguir o
carneiro? Você considera que houve realmente um furto?
3. Analisando as palavras e expressões do texto
a) No segundo parágrafo do texto, que palavra ou expressão é usada para
introduzir a fala do primeiro ladrão? Sublinhe-a no texto.
b) Que expressões são usadas para introduzir a fala do segundo ladrão?
Sublinhe-as no texto.
c) Que outras expressões poderiam ser usadas para isso?
● Na fala do primeiro
ladrão:
● Na fala do segundo ladrão:
d) Releia os trechos a seguir e diga qual é o sentido das expressões
sublinhadas:
● “— O senhor repare que não é cachorro. É um carneiro. Já
outro cidadão ali atrás veio com essa palúxia para meu lado.”
● “Discutiram um bom pedaço e o terceiro ladrão espirrou
para dentro do marmeleiro.”
● “Assim que despediu, o dono do carneiro, que ia
comendo o animal com os olhos, [...]”
e) Por que você imagina que o texto usa essas expressões?
4. Analisando o começo do conto.
a) Releia:
Diz que era uma vez quatro ladrões muito sabidos e finos. Num domingo de
manhã estavam deitados, gozando a sombra de uma árvore, quando viram passar na
estrada um homem levando um carneiro grande e gordo. Palpitaram furtar o
carneiro e comê-lo assado. Acertaram um plano e se espalharam por dentro do
mato.
b) De acordo com esse trecho, o cenário (local onde se passa o fato
narrado)
( ) é apresentado
primeiro e depois se sabe o que aconteceu nele.
( ) não é apresentado de início. Vai-se tomando
conhecimento dele no desenrolar da narrativa.
( ) não é importante para o conto, por isso não há
menção ao lugar onde se passa o fato.
c) E a expressão temporal “Diz que era uma vez” o que sugere: um tempo
exato em que é possível situar a história ou o tempo do faz de conta?
5. Analisando a passagem do tempo nos contos
a) Agora, releia o conto “Os quatro ladrões” e identifique as palavras e as
expressões que indicam a passagem do tempo. Sublinhe-as no texto.
b) Em sua opinião, o uso dessas expressões é importante na organização do
texto? Por quê?
6. Analisando o desenvolvimento do conto:
a) Ao verem o homem passar com o carneiro, que ideia os ladrões tiveram?
b) Qual é o plano para colocar a ideia em prática?
quinta-feira, 30 de julho de 2015
7°Ano: Mitos e lendas
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